19/10/2017

Esforço


A igreja pós-moderna e sua forma relativista de servir a Deus. 
Muitos pensam que é só ir lá na frente e "confessar" que é crente, passou pra evangélica, e é por isso que a igreja está essa bagunça, cheio de gente apresentando sua forma certa de viver pra Deus. 
Não tem reverência, não tem novo nascimento, não existe renúncia e não encontramos regeneração, não que eu seja uma moralista, mas nós somos luz, somos diferentes do mundo, e essa diferença é o que atrai pessoas. 
Não falo de um legalismo religioso, mas falo de uma forma diferenciada radical de ser, reconhecendo o poderio do Deus que cremos, que é santo e justo. Porém a igreja está mundana, quer atrair o mundo com um atitudes que o próprio agi, da maneira que o mundo fala, da maneira que o mundo ver. 
Errado! 
Cristo é renúncia, é sepultura;
Existe uma morte quando conhecemos Jesus, e é a nossa própria morte, a morte de nossas vontades e desejo, do nosso livre "arbítrio". A caminhada é acirrada, choramos, clamamos, lutamos contra nós, o mundo e o reino espiritual do mal. 
Pensamos em desistir muitas vezes, não de Cristo, mas das nossas tentativas frustradas de acertar, porém quando pensamos em deixar aquele que por nós suportou a ira do Pai, nós seguimos em frente mesmo feridos. 
Não pense ser só sorrisos, mas é gratificante ser fiel e ganhar a recompensa da vida eterna! 👑
Eu sei vai valer a pena!


"Sei o que é passar necessidade e sei o que é ter fartura. 
Aprendi o segredo de viver contente em toda e qualquer situação, seja bem alimentado, seja com fome, tendo muito, ou passando necessidade. 
Tudo posso naquele que me fortalece"
FILIPENSES 4:12-13


Temos a mania feia de louvar a Deus quando tudo está indo mal como forma de chamar sua atenção para a nossa causa, mas esquecemos de adorá-lo, e respirar a adoração dada pela beleza da santidade do Pai amoroso.
Adorá-lo! louva-lo por seu amor, sua misericórdia, sua paz e sua graça.
Amor: por entregar seu amado para nós, vermes dessa terra, e tão insignificante soberbos.
Misericórdia: por seu tão santo e tão fiel, porém ainda tem paciência com seres tão desobedientes e pecadores por natureza.
Paz: porque o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, a crucificação e a irá de Deus.
Graça: por distribuir, dividir, repartir, prestar, fornecer, conceder, deferir e dispensar o dom gratuito, a graça, afim de chegássemos a salvação e reconciliação com o Pai por intermédio do sangue de Jesus, aquilo que o pecado nos tirou, o sangue nos trouxe de volta.


Nem cheguei a falar dos cuidados, da providência e a sustentação da nossa vida.
Jesus é nosso maior bem, e tudo que temos. 

Ele não desiste de nós. 

(...) 
Eu vou correr Em direção aos Teus pés Melhor lugar não há Pra me derramar E chorar, me humilhar, me arrepender De tudo que errei E Te adorar Te contemplar Te agradecer por me perdoar
Tua paz inunda minha mente
Teu consolo enxuga as minhas lágrimas
Tua correção me traz a direção
Teu amor me faz livre para Te adorar
Livre pra Te contemplar
Te agradecer por me perdoar
(...)

Lugar de adoração - (André Valadão e Ana Paula Valadão)

De mãe para a filha mãe.


Nós estamos sentadas, almoçando, quando minha filha casualmente menciona que ela e seu marido estão pensando em "começar uma familia".

— Nós estamos fazendo uma pesquisa — ela diz meio de brincadeira. — Você acha que eu deveria ter um bebê?



— Vai mudar a sua vida — eu digo, cuidadosamente, mantendo meu tom neutro.

— Eu sei — ela diz. — Nada de dormir até tarde n
os finais de semana, nada de férias espontâneas…

Mas não foi nada disso que eu quis dizer. Eu olho para a minha filha tentando decidir o que dizer a ela. Eu quero que ela saiba o que ela nunca vai aprender no curso de casais grávidos. Eu quero lhe dizer que as feridas físicas de dar à luz irão se curar, mas que tornar-se mãe deixará uma ferida emocional tão exposta que ela estará para sempre vulnerável.

Eu penso em alertá-la que ela nunca mais vai ler um jornal sem se perguntar: “E se tivesse sido o MEU filho?”; que cada acidente de avião, cada incêndio irá lhe assombrar; que quando ela vir fotos de crianças morrendo de fome, ela se perguntará se algo poderia ser pior do que ver seu filho morrer.

Olho para suas unhas com a manicure impecável, seu terno estiloso e penso que não importa a quão sofisticada ela seja, tornar-se mãe irá reduzi-la ao nível primitivo da ursa que protege seu filhote; que um grito urgente de “Mãe!” fará com que ela derrube um suflê na sua melhor louça sem hesitar nem por um instante.

Eu sinto que deveria avisá-la que não importa quantos anos investiu em sua carreira, ela será arrancada dos trilhos profissionais pela maternidade. Ela pode conseguir uma escolinha, mas um belo dia entrará numa importante reunião de negócios e pensará no cheiro do seu bebê. Ela vai ter que usar cada milímetro de sua disciplina para evitar sair correndo para casa, apenas para ter certeza de que o seu bebê está bem.

Eu quero que a minha filha saiba que decisões do dia a dia não mais serão rotina; que a decisão de um menino de 5 anos de ir ao banheiro masculino, ao invés do feminino, no McDonald's, se tornará um enorme dilema; que ali mesmo, em meio às bandejas barulhentas e crianças gritando, questões de independência e gênero serão pensadas contra a possibilidade de que um molestador de crianças possa estar observando no banheiro.

Não importa o quão assertiva ela seja no escritório, se questionará constantemente como mãe.

Olhando para minha atraente filha, eu quero assegurá-la de que o peso da gravidez ela perderá eventualmente, mas que jamais se sentirá a mesma sobre si mesma; que a vida dela, hoje tão importante, será de menor valor quando ela tiver um filho; que ela a daria num segundo para salvar sua cria — mas que também começará a desejar mais anos de vida, não para realizar seus próprios sonhos, mas para ver seus filhos realizarem os deles.

Eu quero que ela saiba que a cicatriz de uma cesárea ou estrias, se tornarão medalhas de honra.

O relacionamento de minha filha com seu marido irá mudar, mas não da forma como ela pensa. Eu queria que ela entendesse o quanto mais se pode amar um homem que tem cuidado ao passar pomadinhas num bebê ou que nunca hesita em brincar com seu filho. Eu acho que ela deveria saber que ela se apaixonará por ele novamente por razões que hoje ela acharia nada românticas.

Eu gostaria que minha filha pudesse perceber a conexão que ela sentirá com as mulheres que, através da história, tentaram acabar com as guerras, o preconceito e com os motoristas bêbados.

Eu espero que ela possa entender por que eu posso pensar racionalmente sobre a maioria das coisas, mas que me torno temporariamente insana quando discuto a ameaça da guerra nuclear para o futuro dos meus filhos.

Eu quero descrever para minha filha a enorme emoção de ver seu filho aprender a andar de bicicleta.

Quero mostrar a ela a gargalhada gostosa de um bebê que está tocando o pelo macio de um cachorro ou gato pela primeira vez. Quero que ela prove a alegria que, de tão real, chega a doer.

O olhar de estranheza da minha filha me faz perceber que tenho lágrimas nos olhos.

— Você jamais se arrependerá — digo finalmente. Então estico minha mão sobre a mesa, aperto-lhe a mão e faço uma prece silenciosa por ela e por mim e por todas as mulheres meramente mortais que encontraram em seu caminho esse que é o mais maravilhoso dos chamados; esse presente abençoado de Deus, que é ser mãe··.

Autor desconhecido.

18/10/2017

Redes sociais: o eu ideal, as comparações e a depressão.



A internet veio para nos ajudar e suprir nossas necessidades seja elas individuais ou coletivas, a internet hoje é indispensável. Com ela chegamos ao conhecimento e informações mundo a fora, a conveniência, inclusão de todos e as redes de entretenimento. Porém, assim como muitas vantagens, também existem as desvantagens. Pesquisas comprovam que 59% dos jovens sofrem alguns transtornos psicológicos com o uso da internet (GLENN GEHER – Texto Aqui)

O grande mal esta nas comparações e a falsa sensação de felicidade que tentamos passar. Como uma alguém envolvida no mundo digital pôde perceber tais mudanças de comportamento em minha própria pessoa. Aquele mundo de felicidade e perfeição trouxe uma insatisfação comigo mesma. Porque eu não conseguia ser como alguns ali; sempre impecáveis roupas da tendência, frases motivadoras e uma vida “social invejável”. Fui me deixando ser seduzida a mostrar uma vida editada para não ficar de fora, porém ao me deparar com a realidade tudo aquilo me fazia ser mais vazia e ingrata com a bondade de Deus.
É um grande fardo levarmos uma vida que nunca teremos ou que nunca seremos, que é a perfeição. Somos pessoas capazes de mudar e vencer, mas somos falhos e todos os dias nos deparamos com o espelho da realidade.
Carl Roger fala sobre a Self Ideal, o Eu ideal, resumidamente o eu ideal é: Projetamos uma imagem perfeita de alguém que não somos, ou aquilo que gostaríamos de ser. É uma figura do narcisismo. O que o outro espera de mim, aquilo que completa as expectativas de fora, do outro, não nossas. Porém ao retornarmos a realidade do eu, nos frustramos e sofremos.
Quando nos comparamos ou vivemos em um mundo de superioridade disputada sempre acabamos perdendo, pois se ganhamos nos tornaremos orgulhosos e se perdemos seremos almas vazias. Sempre acabamos perdendo!
Além de ser completamente injusto você querer se comparar com a história, a caminhada ou estágios do outro, sendo você um individuo com personalidades, experiências e princípios diferentes.

Síndrome de Eva
Na bíblia conhecemos de primeira instancia a vida de um casal no jardim do Éden, Adão e Eva. No decorrer da narração desses dois na bíblia, chegando ao momento da tentação de Satanás para com a mulher, ela mostra como a comparação traz insatisfação com o que Deus nos deu. Ela tinha todas às arvores e fruto para se alimentar, porém escolheu aquele que Deus pediu não tocar, e sofreu a consequência da desobediência. 
"Então a serpente disse à mulher: Certamente não morrereis.
Porque Deus sabe que no dia em que dele comerdes se abrirão os vossos olhos, e sereis como Deus, sabendo o bem e o mal.
E viu a mulher que aquela árvore era boa para se comer, e agradável aos olhos, e árvore desejável para dar entendimento; tomou do seu fruto, e comeu, e deu também a seu marido, e ele comeu com ela." Gênesis 3: 4-6
Quando nos entregamos à falha do orgulho e da inveja nos tornamos ingratos e vazios, pessoas que correm de um lado pro outro buscando satisfação para um buraco em sua alma, onde somente a graça do ALTÍSSIMO pode nos socorrer.

"Porque também nós éramos noutro tempo, insensatos, desobedientes, extraviados, servindo a várias concupiscências e deleites, vivendo em malícia e inveja, odiosos, odiando-nos uns aos outros." Tito 3:3

Graça

Ao nos depararmos com tais comportamentos e sentimento faccioso em nosso coração; quando no sentimos chateados quando alguém recebeu uma benção, venceu ou estiver mais feliz que você, é hora de correr para os pés Cristo, e encontrar em seu favor imerecido a integridade de nossas almas. Confessemos nosso pecado e peçamos ao Espírito Santo uma vida regenerada e tratada de toda inveja. Necessitamos de Jesus pra nos tornarmos completos, inteiros, plenos. Só assim venceremos o maior inimigo de nossas vidas, nós mesmos. A graça é o remédio para um coração doente desse mundo de comparações e falsa felicidade.

"Portanto nós também, pois que estamos rodeados de uma tão grande nuvem de testemunhas, deixemos todo o embaraço, e o pecado que tão de perto nos rodeia, e corramos com paciência a carreira que nos está proposta,
Olhando para Jesus, autor e consumador da fé, o qual, pelo gozo que lhe estava proposto, suportou a cruz, desprezando a afronta, e assentou-se à destra do trono de Deus.
Considerai, pois, aquele que suportou tais contradições dos pecadores contra si mesmo, para que não enfraqueçais, desfalecendo em vossos ânimos." HEBREUS 12:1-3